sábado, 2 de outubro de 2021

A quem honra


Por
Vanessa Sene Cardoso 

2 de outubro é uma data muito significativa para mim. É aniversário do meu PAI. Ele está completando 80 anos.

O que dar de presente para ele?

Algo que ele gosta muito, um livro. Mas em uma data significativa não poderia ser um livro qualquer.

“A quem honra… A história de um homem simples que fez escolhas sábias”, esse é o título do livro que tive o privilégio de escrever com o apoio dos meus irmãos Eduardo e Fernando para presentear nosso pai.

O primeiro livro de Limoeiro Produções Literárias. Meu coração está duplamente alegre: pelos 80 anos do meu pai e pelo privilégio de registrar sua história até aqui. Gratidão a Deus!

 
Nota da Autora

Agradeço a Deus pela vida de meu pai, pelo privilégio de ser sua filha e pela oportunidade de relatar um pouco de sua história.

Agradeço aos meus irmãos pela parceria e incentivo na construção deste livro, Eduardo gravando os depoimentos com meu pai, Fernando com sugestões, entre elas, o título, e escrevendo o prefácio.

Agradeço aos familiares, amigos e irmãos em Cristo, que contribuíram compartilhando algumas experiências na convivência com meu pai.

Nosso desejo é que esse registro sirva de testemunho para muitas gerações, de um homem comum que se entregou a Jesus e, por causa dele, aprendeu a contar os seus dias e fazê-los relevantes para o reino de Deus: Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio (Salmos 90.12).

Sua vida pode ser lida por todos que convivem – ou conviveram – com meu pai, conforme afirma o apóstolo Paulo em 2 Coríntios 3.2: Vocês mesmos são a nossa carta, escrita no nosso coração, para ser conhecida e lida por todos (NTLH).

Assim, somos todos nós, uma carta que vai sendo escrita ao longo da vida e lida pelos que nos cercam e pelas futuras gerações. Que o testemunho do meu pai inspire e abençoe sua vida. Esse é o meu desejo como filha e escritora.

Dedicamos esse livro a você, pai, como presente pelos seus 80 anos. Nenhuma palavra é capaz de expressar o quanto o amamos e o quanto representa em nossa vida e de nossa família.

Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor (Salmos 92.14).

Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos (Deuteronômio 7.9).

A quem honra, honra (Romanos 13.7).

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Filemom, exemplo de integridade

 


Por Vanessa Sene Cardoso


Porque tenho ouvido falar do seu amor por todo o povo de Deus e da fé que você tem no Senhor Jesus (Filemom 1.5 - NTLH).

Paulo escreveu uma carta a Filemom, considerado por ele colaborador no seu ministério, para fazer um pedido. O apóstolo o conhecia, sabia de sua conduta cristã e bom testemunho, reflexos de sua fé. Diante disso, sentiu-se na liberdade de interceder em favor de um escravo que, possivelmente, conheceu na prisão, e tornou-se seu filho espiritual.

Onésimo era escravo de Filemom e estava foragido, pois tinha cometido um delito contra o seu senhor. Pela lei, deveria ser penalizado. No entanto, a situação mudou, pois servo e senhor tornaram-se irmãos, passando a fazer parte da mesma família da fé.

O apóstolo, como mediador desse impasse, estava convicto de que Filemom, pelo amor e fé que o tornavam referência na comunidade, receberia Onésimo como irmão.  

A carta de Paulo a Filemom é um lindo testemunho da transformação que Cristo faz em nossa vida, e o reflexo que isso traz no meio em que estamos inseridos. A obra do Espírito Santo em nós fortalece os irmãos e inspira os incrédulos a olharem para o Autor e Consumador da fé, Jesus Cristo.

O apóstolo Tiago, em sua carta, deixa um desafio para nós cristãos: Queridos irmãos, que proveito há em vocês dizerem que têm fé e são cristãos, se não estiverem provando isso pelo socorro aos outros? (Tiago 2.14 - Bíblia Viva).

 

*Este texto faz parte de um livro organizado pelo Pr. Rodolfo Montosa para a Campanha de Jejum e Oração da 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Londrina. O devocionário tem como título “Fé: grande nuvem de testemunhas”. O livro foi escrito por vários autores e traz testemunhos de homens e mulheres da Bíblia. Você pode adquirir o seu no site multiplicacaodapalavra.com.br

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Mulher e as fases da vida


Por Vanessa Sene Cardoso 

“É uma menina!” A partir daí, já começam os preparativos, os planos, sonhos e expectativas para a nova integrante do mundo feminino. Quem já recebeu essa notícia ao deixar a sala de ultrassonografia, ou após o parto, sabe do que estou falando.

Cada gênero tem suas peculiaridades e, por mais que os tempos atuais proponham uma série de conceitos sobre o tema, ainda prevalecem as características inerentes aos universos feminino e masculino. As novas roupagens e artifícios não são capazes de transformar a essência. Fato!

Criança é criança. Na infância, meninos e meninas querem brincar, se divertir, exercitar a imaginação. Necessitam, basicamente, de um teto, alimento, roupas, proteção, segurança, cuidado, presença, exemplo, enfim, amor. Nessa fase, exceto pelas características fisiológicas, as semelhanças predominam sobre as diferenças.

Quando chega a puberdade, a coisa muda de figura. Os hormônios têm protagonismo nessa fase da vida, pois eles dão o tom para ressaltar as diferenças entre os gêneros, tanto física quanto emocionalmente. O assunto desta reflexão são as mulheres, por isso, nos despedimos dos homens por aqui.

Agora é só entre nós, meninas!

Me conta uma coisa: Você já teve a menarca? O QUÊ? Esse evento é um marco na vida de toda mulher, pois é o prenúncio de uma nova fase. É a transição da infância para a vida adulta. Não se preocupe! Você não vai dormir menina e, após a primeira menstruação, acordar mulher. É um processo! Quem já está nessa caminhada há algumas primaveras pode testemunhar as mudanças no corpo, e também as alterações de humor. Para as calouras, trata-se da famosa TPM (Tensão pré-menstrual). Quando ela chega, dá vontade de chorar até mesmo sem motivo. Outro efeito é a irritação que faz com que um simples “Bom-dia” seja o estopim para a terceira guerra mundial. Ah! O exagero também é típico da adolescência. E tem mulher que passa incólume por tudo isso. Cá entre nós, acho que a minoria.

Escrevi o parágrafo anterior pensando nas pré-adolescentes, como você percebeu. No entanto, conforme o dito popular, “recordar é viver”. Durante, pelo menos, quatro décadas, navegamos no mesmo mar, algumas vezes sem ondas, na maré mansa; outras, com maremotos.

Agora, quero falar de outra fase da vida que, para algumas de nós, é um “calcanhar de Aquiles”, ainda que temporário. Aqui, novamente, os hormônios roubam a cena. A natureza tem seus mistérios. Como algo que nem enxergamos consegue desestabilizar nosso organismo?! Aguenta firme! Porque, passada essa fase, tudo se ajeita e adapta-se à sua nova condição. É hora de uma pausa, menopausa, mudança de ritmo. Fique atenta para não perder o compasso.

A maturidade chega com a sua bagagem: equilíbrio emocional, contentamento, autoconhecimento, desconfortos novos... Enfim, a vida é cheia de perdas, ganhos, desafios e muito aprendizado. Vale muito a pena! Ainda mais se tivermos intimidade com o Espírito Santo: Tu me mostras o caminho que leva à vida. A tua presença me enche de alegria e me traz felicidade para sempre (Salmos 16.11 – NTLH).

Sugiro um exercício: pare um pouco, pense na fase da vida em que você se encontra, desabafe em uma folha em branco ou bloco de notas digital. Não importa se você não é íntima das letras: ESCREVA. Isso ajuda a gente a se perceber. Vai por mim! Depois me conta como foi a experiência.

Dedico esse texto a todas as mulheres, em especial a uma mocinha que está completando mais um ano hoje. Parabéns, Ana Luisa! Que você aproveite, ao máximo, cada fase da sua vida e continue escrevendo uma linda história que seja inspiração para outras mulheres.


 

sábado, 12 de junho de 2021

Dia dos Namorados


Por Vanessa Sene Cardoso

Certa vez, estava conversando com uma amiga sobre namoro e casamento e ela me disse: “Sabe o que estraga os relacionamentos? Hollywood.” Achei muito interessante essa colocação. O que me fez refletir.

A adolescência é uma época de grandes mudanças. É a transição da infância para a vida adulta. O corpo vai tomando nova forma, as emoções e o humor são inconstantes, muitas são as descobertas.  E é nessa fase que, normalmente, nos apaixonamos pela primeira vez. Como tudo na adolescência, a paixão é um sentimento intenso que mobiliza todos os sentidos na direção do objeto do nosso amor: gostamos de ouvir a voz, o coração dispara quando isso acontece; o perfume é característico; nossos olhos brilham, a pupila dilata; a boca seca; queremos tocar. Isso tudo é muito bom!

Quando nos apaixonamos queremos ficar perto da pessoa o tempo todo, ela é perfeita. Como afirma o ditado popular: “O amor é cego”. Na verdade, a paixão cega. O turbilhão de emoções que o alvo da nossa paixão provoca, muitas vezes, impede a razão de atuar, ela fica de escanteio. Juntando tudo isso com a falta de vivência temos o contexto ideal para uma provável desilusão. Não quero ser "desmancha prazer" para quem está curtindo sua primeira paixão. Aproveite! Faz parte da vida!

Alguns estudiosos do assunto dizem que a paixão dura em média dois anos. Ué?! Mas em Hollywood, ela não tem prazo de validade. Tanto é que nos filmes românticos, nos deparamos com a conclusão: “Foram felizes para sempre”. Em sã consciência, sabemos que isso não faz parte da realidade. Parece ridículo, mas nossas emoções não sabem. Prova disso, é que quando os jovens se casam, passam pela primeira fase, a lua de mel. Com a rotina, a intimidade, a convivência no dia a dia, aparecem as dúvidas: Ela era tão diferente, mais carinhosa, sedutora. Ele é cheio de mania, e nem é tão romântico quanto eu pensava. Meu coração não dispara mais quando o vejo ou ouço a voz dele. Essa mania de limpeza dela me irrita ao extremo. Acho que me enganei. O amor acabou.

É comum nos apaixonarmos pela imagem que construímos de uma pessoa. A paixão tem muito a ver com o meu desejo, com a minha satisfação pessoal. Por isso, quando nos apaixonamos, enxergamos em alguém tudo aquilo que nos agrada. A partir do momento que perde o encanto, descartamos.

O amor é doação, é focado na felicidade do outro. Amor é mais do que sentimento, é fruto de uma decisão, de uma escolha diária. A idealização cede lugar à realização. O ideal é inatingível e o real é palpável. Quando amamos não dependemos da paixão no relacionamento. Ela é a cereja do bolo, mas o alimento principal continua sendo o bolo. Não deixe que a expectativa de Hollywood roube o protagonismo da sua relação e o "Felizes para sempre" da vida real...#ficaadica

Dedico este texto a um assinante do meu blog, que é mais do que especial, alguém que não mede esforços para alegrar meu coração, meu namorado Rická.

E viva o Dia dos Namorados!


segunda-feira, 24 de maio de 2021

Mãe em potencial

 

Por Vanessa Sene Cardoso

A mulher foi criada fisiologicamente preparada para gerar outra vida. Possui características emocionais que completam essa sua natureza maternal. Isso é fato. No entanto, nem toda mulher tem filho. Podemos relacionar alguns motivos: opção, medo, problemas de saúde, infertilidade... Opa! Ué?! Infertilidade?! Parece haver uma contradição com a afirmação que abre este texto. Convido você para refletir um pouco sobre o assunto.

Como seres humanos, somos limitados e, por mais capacidade intelectual que tenhamos, não encontramos respostas para todas as perguntas. Especialistas em fertilidade, na maioria das vezes, conseguem diagnosticar a causa da esterilidade, mas não conhecem o porquê dessa causa. Aí é possível perceber claramente a limitação do homem e a soberania de Deus.

O ser humano é o único ser vivente que recebeu o fôlego de vida do próprio Deus. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou (Gênesis 1.27). Eram perfeitos como o Criador. No entanto, o desejo de tornar-se independente e dono do próprio nariz fez com que o ser humano rompesse com Deus. O resultado está aí para quem quiser ver. A ordem deu lugar ao caos (1 João 5.19). Ao mesmo tempo que contemplamos a natureza, percebemos a sua destruição; ao mesmo tempo que lutamos pela vida, nos deparamos com a morte; ao mesmo tempo que nos acostumamos com o funcionamento perfeito de um organismo vivo, nos surpreendemos com sua deficiência; ao mesmo tempo que a mulher foi dotada da capacidade de gerar outra vida, muitas enfrentam uma batalha para que isso aconteça... A lista de contradições é grande, fique à vontade para acrescentar outras.

Minha intenção aqui não é procurar culpados ou motivos para as incoerências da vida. Eu creio em Deus, que é onipotente, onisciente e onipresente. Ele tem o começo e o fim da nossa história.

Retomando o fio da meada...

Nós, mulheres, somos mães em potencial, dotadas da capacidade de gerar, conceber, nutrir física, emocional, intelectualmente, passando por uma gestação ou não. As distorções com as quais convivemos não mudam essa verdade. A essência da maternidade se expressa em nossas relações, emoções, na forma de pensar e agir. Enfim, é algo natural. Somos privilegiadas!

O principal atributo da maternidade é a capacidade de se doar. Ouvi algo que me chamou a atenção: um amigo, em uma homenagem no dia das mães, destacou que elas são a representação que mais se assemelha ao amor de Deus por nós. Porque ele nem mesmo deixou de entregar o próprio Filho, mas o ofereceu por todos nós! Se ele nos deu o seu Filho, será que não nos dará também todas as coisas? (Romanos 8.32 – NTLH).

Ao escrever este texto me inspirei em uma amiga muito querida, que é uma mãe incrível, e que logo vai poder dedicar todo o amor ao seu filho ou filha, que já foi gerado no coração. Como é bom saber que Deus, nosso Pai amoroso, tem o melhor para a nossa vida. Simplesmente, CREIA! 

*Os desenhos que ilustram este artigo são das minhas sobrinhas Raquel, Mariana e Manuela.

sábado, 8 de maio de 2021

O que esperar?


Por
Vanessa Sene Cardoso

Temos vivido dias intensos por conta desta mudança radical, provocada pela pandemia de Covid-19 no mundo e em nossa rotina diária, dentro e fora de casa. É difícil não falar nisso, pois é a nossa realidade há mais de um ano.

A princípio, ninguém sabia ao certo como lidar com a situação; rápido contágio, mortes, medidas restritivas, lockdown, novos protocolos sanitários, cientistas pelo mundo buscando a vacina. E ainda os desdobramentos políticos, econômicos, sociais, relacionais, emocionais, tecnológicos, de comunicação. Muitas mudanças em um curto espaço de tempo. Como lidar com tudo isso?

A sensação que tenho é de estar em uma guerra, onde muitos estão sendo atingidos e abatidos por um inimigo invisível. Imagine uma onda que vem e leva o que encontra pela frente. Exagero?! Talvez. Só nos últimos dois meses, fui surpreendida ao ver dezenas de pessoas conhecidas – algumas do meu convívio – perderem a vida. Creio que você também tem passado por essa experiência.

Você já se pegou pensando em como será o futuro, ou até mesmo se haverá um futuro? O ser humano tem a falsa sensação de segurança, de ter o controle das coisas. Se tem alguma lição que podemos tirar desse momento é que o controle humano é uma ilusão.

Diante das circunstâncias, como filha amada de Deus, me alegro e tenho paz em saber que existe futuro: Os dias que me deste para viver foram todos escritos no teu livro quando ainda nenhum deles existia (Salmos 139.16 – NTLH). Aquilo que, aos nossos olhos, parece fora de controle está nas mãos do Criador do céu e da terra. Por isso, podemos descansar: Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se perturba, nem deixa de dar fruto (Jeremias 17.7-8).E esperar: Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro (Jeremias 29.11 - NVI).

Coloque a sua fé e a sua confiança em Deus, pois ele garante: Há esperança para o teu futuro, diz o SENHOR (Jeremias 31.17a).

domingo, 11 de abril de 2021

Saber ouvir


Por 
Vanessa Sene Cardoso

Na multidão de conselhos há segurança (Provérbios 11.14 - RC). Esse texto me acompanha há muitos anos, principalmente, depois que ingressei na fase adulta. Trata-se de um conselho do homem mais sábio mencionado na Bíblia, o rei Salomão. Ele buscou a sabedoria na fonte e compartilhou conosco no livro de Provérbios.

Deus fala conosco de várias maneiras, e uma delas é por meio de outras pessoas. Vale ressaltar que aquilo que ouvimos deve passar pelo crivo da Palavra: Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração (Hebreus 4.12). Quando temos alguma decisão importante para tomar ou precisamos de alguma orientação é prudente buscar conselhos. Eles nos ajudam a decidir, a dar passos com mais segurança.

Muitas vezes, a exortação e o confronto nos auxiliam a discernir rumos que precisam ser corrigidos ou tomados em nossa vida. Receber críticas, ainda que construtivas, não é fácil; mas mesmo que elas não tenham fundamento e não se apliquem à nossa conduta, sempre servem para reflexão; ainda que as críticas sejam para nos ajudar a concluir que “estamos no caminho certo”, vale a pena ouvir. Sempre podemos aprender novas lições.

É válido ressaltar que ninguém é dono da verdade. Cada pessoa emite uma opinião com base em suas referências; nem sempre abrimos o filtro para considerar algo que não se encaixe em nosso “quadrado”. Uma situação sempre pode ser analisada sob mais de um ponto de vista, de uma perspectiva. Isso é muito rico! Por isso, o autor do livro de Provérbios diz que na multidão de conselhos há segurança.

Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito (Provérbios 15.22). Será que a falta de êxito não é resultado de orgulho, arrogância, dificuldade, relutância em buscar e ouvir conselhos? Encerro com essa pergunta para nossa reflexão. Afinal, temos dois ouvidos e uma boca.