domingo, 12 de maio de 2019

Mãe




Por Vanessa Sene Cardoso

Recebi um post hoje de manhã que diz: “A vida não vem com manual, vem com uma mãe”. Não sei quem é o autor dessa frase. Achei interessante! Concordo, em parte, porque pai e mãe são instrumentos de Deus para gerar e conceber a vida que vem dele. Mas o foco do texto de hoje não é esse. Quero falar de mãe. Mãe, para mim, é sinônimo da “minha mãe”.

Incrível, mas há tanto para falar dela e, ao mesmo tempo, me fogem as palavras. Vamos lá! Dedicação, doação, serviço, delicadeza, carinho, generosidade, desprendimento, prioridades, criatividade, beleza, inteligência, sabedoria, inspiração, excelência, admiração, aconchego, cuidado, firmeza, sensibilidade, colo, exemplo, presença, AMOR... Chego à conclusão de que nenhuma palavra é suficiente para traduzir, nem expressar o que ela representa e o seu significado em minha vida. Por isso, vou parando por aqui, agradecida a Deus pela mãe que ele me deu. E a você, mãe, todo meu respeito e gratidão!

Parabéns a todas as mães!


domingo, 7 de abril de 2019

Dia do Jornalista



Foto publicada no Jornal de Londrina em 31.05.2000


Por Vanessa Sene Cardoso


7 de abril: Dia do Jornalista. A data foi instituída em 1931, por decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), como homenagem ao médico e jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, morto por inimigos políticos em 1830. Ele fazia oposição ao imperador D. Pedro I.

Como minha história no jornalismo começou...

Dos 16 para os 17 anos, época em que me preparava para o vestibular, confesso que, como muitos adolescentes, tinha dúvidas sobre a profissão que escolheria para a vida adulta. Sabia apenas, por eliminatória, que seria na área de ciências humanas. Uma amiga me convidou: "Vamos fazer comunicação social!" Sem saber muito bem do que se tratava, pensei, perguntei para Deus e decidi. Fiz a inscrição para o vestibular da Universidade Estadual de Londrina para o curso de Comunicação Social - Jornalismo. 

Até então, minha decisão tinha sido tomada por uma convicção subjetiva, pois não tinha conhecimento e vivência sobre o que era e quais as implicações de ser uma jornalista. No primeiro dia de aula tive contato com os colegas; um mundo novo se abria à minha frente e veio a primeira decepção: “Você tem cara de quem faz odontologia”. Esse comentário de um colega, além de me chatear, me fez refletir: Que cara tem um jornalista?

Percebi que eu não me encaixava muito bem no estereótipo do estudante de jornalismo. Não era “bicho-grilo”; não era engajada em movimentos estudantis; por causa da timidez, tinha dificuldade de me expressar em público. Ou seja, na minha visão imatura e distorcida, jamais poderia seguir nessa profissão. Durante os anos de faculdade, enfrentei algumas crises internas e externas. Certa vez uma professora me questionou: “Você tem certeza que quer ser jornalista? Só não desisti do curso porque dentro de mim havia a certeza de que tinha feito a escolha certa, embora não soubesse muito bem onde isso ia dar. Em nenhum momento assumi a posição de vítima, pois os confrontos me fizeram enxergar que precisava crescer, me desenvolver. Foi um tempo de muito aprendizado na área acadêmica, mas, principalmente, na vida pessoal.

Terminei o curso, e alguns dias antes da formatura, estava em casa e, olhando através da janela, não consegui conter as lágrimas. O que vai ser daqui para a frente?

Deus foi muito bom comigo e as portas foram se abrindo, fui enfrentando os desafios, vencendo a insegurança, me aperfeiçoando, ganhando experiência. A cada erro ou fracasso, quando pensava em desistir, ouvia do meu pai: “Só erra quem faz”. Essa afirmação me acompanha ao longo de todos esses anos. Trabalhei em rádio, como redatora e editora; como repórter de TV; produção de matérias para jornais e revistas; produção e gerenciamento de conteúdo para internet; assessoria de imprensa; assessoria de comunicação; escrevi um livro; tenho projetos em andamento; e o meu Blog Limoeiro, onde planto minhas ideias.

O jornalista é um profissional que transforma fato em notícia. Suas ideias são codificadas pelas palavras (escrita e oral), imagens, sons, gestos. Na faculdade fui ensinada que o jornalista deve ser imparcial; na prática aprendi que esse conceito não se sustenta. O simples fato de existir a função de editor já derruba por terra a imparcialidade. Dependendo da ótica, histórico, cultura, crenças e filosofia de vida do profissional, a verdade pode acabar se tornando uma versão. É claro que a ética pessoal e profissional nos faz buscar uma aproximação com a verdade dos fatos.

Hoje, três décadas depois de tomar uma das decisões mais importantes da minha vida, não me arrependo. A convicção que na época era subjetiva, com o passar do tempo, se tornou objetiva no exercício da profissão. Tenho um longo caminho pela frente de aprendizado, novas descobertas, mas de uma coisa estou certa: Se tivesse que escolher uma profissão hoje seria o jornalismo.

Ah! Minha amiga que sugeriu o Curso de Comunicação Social foi fazer Direito.

Aos meus colegas de profissão, a minha homenagem. Feliz Dia do Jornalista!

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Paixão pela leitura




Por Vanessa Sene Cardoso

Ler é uma das minhas grandes paixões. Já me perguntaram o tipo de leitura que eu mais gosto. Ao longo dos anos, li vários estilos e autores.  Mesmo na era digital, aprecio revistas e jornais impressos também. Mas depois de refletir, cheguei à conclusão que, simplesmente, gosto de ler. O ato da leitura é prazeroso para mim, independentemente, do formato e do gênero literário.

Além do conteúdo, gosto de observar a estrutura do texto, perceber as emoções, e o que mais o autor, por meio da linguagem e das palavras, quis transmitir ao leitor.  Para mim, o livro é vivo, não se trata apenas de um recipiente de arquivar palavras estruturadas em  texto. É mais, muito mais...

Abrir um livro é entrar por uma porta que leva a um mundo novo, cheio de descobertas, onde são ativados a curiosidade, a crítica, a empatia, os sentidos, diversas emoções, até mesmo a indiferença e o tédio.

Quem é apaixonado pela leitura sabe do que estou falando. E quando a gente gosta muito de algo, isso acaba nos atraindo a outras pessoas que compartilham do mesmo interesse. Foi o que aconteceu em 2010, quando formamos o nosso Clube do Livro. Atualmente somos em seis mulheres. O nosso clube funciona assim: todas as integrantes sugerem livros, montamos uma lista para o ano; lemos o mesmo título ao mesmo tempo. Nos reunimos a cada dois meses para um bate-papo sobre o livro e outros assuntos.

Nosso Clube do Livro está entrando no décimo ano. Tem sido uma ótima experiência! Fica a dica para você que aprecia a leitura. Que tal reunir um grupo para compartilhar essa paixão?!


segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Eternamente feliz




Por Vanessa Sene Cardoso

Feliz 2018. Não, eu não me enganei. No fim de 2017, recebi felicitações de Ano Novo de muitas pessoas. E esse, realmente, foi um ano feliz. Na verdade, ao longo da vida e da caminhada com Cristo, descobri que não existe ano infeliz. Posso me sentir alegre, triste, com raiva, passar por dificuldades e ainda assim ser feliz. A felicidade não é determinada por bens, relacionamentos, saúde, sentimentos, sabedoria, realizações. Tudo isso é muito bom, mas há quem tenha todas essas coisas sem ser feliz.

Para mim, a felicidade está em ser filha amada de Deus, em pertencer a ele, em ter um propósito de vida em Cristo, e saber que o meu passado, presente e futuro estão escritos e guardados pelo meu Pai: Os dias que me deste para viver foram todos escritos no teu livro quando ainda nenhum deles existia (Salmos 139.16 – NTLH – Ler Apocalipse 5.1-6). Lógico que há muitas coisas que nos alegram o coração, e devemos desejá-las. Só não podemos depender delas para sermos felizes.

Alguns motivos que confirmam a felicidade:


Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna    (João 3.16 – NTLH).

Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo (2 Coríntios 5.19 - NTLH).

Tu me mostras o caminho que leva à vida. A tua presença me enche de alegria e me traz felicidade para sempre (Salmos 16.11 – NTLH).

Deus faz que o solitário viva em família (Salmos 68.6).

Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia (Salmos 34.8).

A paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus (Filipenses 4.7 - NVI).

E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos (Mateus 28.20 – NTLH).

Essa lista não tem fim, porque a vida não tem fim. Ela é eterna assim como o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste (João 17.3 – NVI). Essa jornada feliz, para mim, já começou quando recebi a vida de Cristo e me tornei filha de Deus. Convido você para vir comigo e com todos os meus irmãos e irmãs da família da fé. Seja eternamente feliz!

Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém (Romanos 11.36).

Feliz 2019!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

À procura de...




Por Vanessa Sene Cardoso

Você tem algum objeto de estimação? Algo que gosta muito e que, mesmo que não tenha valor material, é precioso para você? Pois bem, eu tenho alguns objetos que são significativos porque me lembram de pessoas, de lugares e outros, simplesmente, porque eu gosto sem motivo algum. Vou falar sobre um deles. É uma presilhinha muito pequena, alguns conhecem como piranha (veja a foto no fim do texto). 

Durante uma época, sempre que chegava em casa, usava para prender minha franja. Era um hábito. Eu tenho outras semelhantes, mas, em casa, aquela era a minha escolhida. Acho que, subconscientemente, associava ao conforto do lar. Ao guardá-la em algum lugar que não era de costume, podia até esquecer onde estava, mas logo dava um estalo na mente. Nunca havia perdido.

Certa vez, fui pegar a presilha e não estava no recipiente onde eu guardava. Procurei em vários lugares, sem sucesso. Pensei: “Devo ter colocado no bolso da calça, o que fazia de vez em quando, e na hora de lavar deve ter caído... Enfim, também não é para tanto, tenho outras presilhas, deixa pra lá”. Mas confesso que fiquei chateada.

Passados alguns dias – já tinha dado como perdida a presilha – quando limpava a casa, fui passar pano no chão da área de serviço e, num cantinho, um pequeno objeto preto atraiu meu olhar. Me aproximei para ver melhor. Não consegui conter as lágrimas... Você pode estar pensando: “Quanto drama! Há tanto motivo relevante para chorar!”

A presilha não foi o motivo das minhas lágrimas. Quando vi aquele insignificante objeto no chão, que já não imaginava encontrar mais, Deus me disse: “Eu cuido de você nos mínimos detalhes”. Ele usou uma situação cotidiana, até mesmo sem muita importância, para demonstrar mais uma vez o seu amor por mim. O foco não era a presilha, mas o cuidado do meu Pai. Foi uma experiência muito legal! Daquelas que um relacionamento íntimo proporciona. Uau!

Lembrei-me de uma parábola contada por Jesus (Lucas 15. 8-10 – NTLH):
— Se uma mulher que tem dez moedas de prata perder uma, vai procurá-la, não é? Ela acende uma lamparina, varre a casa e procura com muito cuidado até achá-la. E, quando a encontra, convida as amigas e vizinhas e diz: “Alegrem-se comigo porque achei a minha moeda perdida.”

A moeda mencionada por Jesus somos nós quando estamos separados do nosso Criador. No versículo 10, lemos que há alegria quando aquele que está perdido se volta para Deus. O Natal se aproxima. Jesus veio ao mundo com o propósito de nos encontrar, de dar vida aos que estão mortos. Por meio dele somos religados ao Pai. E, consequentemente, temos a vida eterna com Deus.

O relacionamento com Deus, nosso Pai, é o bem mais precioso que podemos ter. A partir disso, temos uma nova perspectiva sobre o valor da nossa própria vida, das pessoas que nos cercam.

Talvez você esteja à procura de algo que preencha o seu vazio existencial. Quem sabe não tenha chegado o momento de deixar-se encontrar?! Experimente!!




domingo, 21 de outubro de 2018

Tia do cafezinho = proatividade




Por Vanessa Sene Cardoso

Convido você a exercitar sua memória ou imaginação! Pense em uma personagem popular que está sempre presente e tem livre trânsito em diferentes locais, como ambientes comerciais, repartições públicas, residências e outros. Estou falando da “tia do cafezinho”. Quem se lembra ou poderia contar alguma história em que ela seja protagonista ou coadjuvante?

Eu tenho! Vamos lá!

– Preciso entregar um convite em mãos – diz minha amiga a uma funcionária que encontrou no corredor do órgão público.  

Era fim da manhã. Muitos servidores já estavam em horário de almoço, inclusive o chefe da repartição, que era o destinatário da correspondência.

Minha amiga não poderia ficar esperando. O que fazer? Eis que a funcionária se dirige a ela:
– Acho que a Lourdes pode ajudar. Venha comigo!

As duas seguiram à procura de quem teria condições de dar um jeito na situação naquele momento. Alguns minutos depois, encontrou sua provável emissária:
– Fique tranquila, vou colocar o convite em cima da mesa dele.

Duas semanas depois...

Chegou o dia do evento. Eu estava recebendo os convidados e um homem se dirigiu a mim, apresentou-se. Na hora me lembrei da Lourdes. Já entenderam de quem se tratava, não é? Pensei: Quanta eficiência e proatividade! Afinal, ela trabalhava na copa e zeladoria e não fazia parte das suas atribuições entregar correspondência.

Um amigo meu, também jornalista, na empresa em que trabalhou por muitos anos, fazia parte da editoria política, sendo responsável pela cobertura da prefeitura e câmara de vereadores da cidade onde morava. Por ser uma pessoa muito relacional, sempre teve facilidade em puxar conversa, fazer amizades e obter informações relevantes. Muitas vezes, a “tia do cafezinho” era uma de suas principais fontes, pois ela tinha trânsito livre nos gabinetes. E como, em alguns casos, por sua discrição, era sequer notada, acabava ouvindo assuntos tratados em encontros a portas fechadas, afinal reunião sem café não é reunião.  

Uma ressalva: Minha intenção neste artigo não é entrar na questão ética da funcionária pública e do jornalista. Mas, sim, fazer um contraponto sobre “cumprir o protocolo” e “agir com iniciativa”. Nessa reflexão me refiro à “tia do cafezinho” como símbolo de eficiência e proatividade.

Quando cumprimos nossas tarefas a contento somos eficientes, pois eficiência é fazer certo as coisas. A questão é que, muitas vezes, paramos aí. O episódio que compartilhei no início do texto não traz nada de extraordinário. A personagem viu a necessidade da minha amiga e buscou uma solução. Simples assim!

É preciso olhar fora do quadrado! Estar sensível às necessidades de quem está perto. Olhar para o bem-estar geral é uma atitude que faz toda a diferença. Ações simples podem se tornar relevantes no contexto em que estamos inseridos, facilitando a comunicação, melhorando a execução de tarefas do dia a dia, remindo o tempo e deixando o ambiente mais aconchegante.

Dedico esse texto a essa profissional que é conhecida carinhosamente como a “tia do cafezinho”.

sábado, 28 de julho de 2018

Amor por Londrina



Por Vanessa Sene Cardoso
Fui fotografada por meu irmão Eduardo Sene Cardoso

Aos cinco anos deixei minha terra natal, Cornélio Procópio, no Paraná. Devido ao trabalho do meu pai, durante a minha infância, nossa família morou em quatro cidades. Todas têm um significado especial, fazem parte da minha história e deixaram lembranças marcantes para o resto da vida.

A cada mudança, como é natural, passava pelo período de adaptação, e as cidades onde morei, embora todas no Brasil, tinham costumes e culturas muito diferentes. Na escola, eu era quase sempre a novata da turma; os colegas de classe, na sua maioria, já se conheciam, tinham laços entre si, pois tinham passado a vida toda na mesma cidade. Depois de um tempo, quando já estava adaptada e tinha construído amizades, era surpreendida pela notícia: vamos mudar.

Nessa primeira fase de vida, um dos meus sonhos era criar raízes em uma cidade, sentir que pertencia àquele lugar. Deus conhecia o desejo do meu coração. E ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos (Efésios 3.20), segundo a sua vontade, é claro! Pois tem o melhor para seus filhos e filhas. Não sabíamos, mas isso estava nos planos de Deus para nossa família...

No dia 28 de julho de 1988 mal sabia que essa data marcava o início da concretização do meu sonho de infância nos mudamos para Londrina. Já era adolescente. Desde o primeiro momento senti como se estivesse voltando para casa. Eita cidade acolhedora! Conheço muitas pessoas que vieram para cursar a universidade e acabaram ficando por aqui. Na maioria das vezes, o discurso é uníssono: “me considero cidadão londrinense”. Faço parte dessa turma!

Sou londrinense de coração! Já passei bem mais da metade da minha vida nessa terra roxa, vermelha... colorida. É isso! Londrina é uma cidade de contrastes, começando pelas cores. Quem já observou o céu no fim de tarde sabe do que estou falando: o matiz é fantástico! A paisagem é linda. O lago Igapó, ainda que artificial, cortando nossa “pequena metrópole”, traz vida em meio à “selva de pedra”. O cenário rural, o café, as perobas majestosas, a vegetação, os ipês e manacás que vestem as ruas por onde passamos apressadamente, nosso clima, manifestações e produções artísticas... Temos aqui também um caldeirão cultural. Pioneiros de diferentes nacionalidades vieram para construir um local para viver. Somos herdeiros dessa diversidade que faz de Londrina uma cidade aberta e receptiva aos “estrangeiros” e “peregrinos”.

A pequena Londres cresceu rápido, é um polo no norte do Paraná, mas não perdeu as características de uma cidade interiorana. As pessoas se conhecem, se encontram no mercado, no shopping, no calçadão, no Zerão, no cinema, na feira da Lua, nas praças...

Aqui ganhei muitos amigos! Tesouro inestimável e inesgotável!

Poderia escrever páginas e páginas sobre essa cidade, mas sou suspeita para falar. Talvez para alguns essas palavras não correspondam à realidade. Pode parecer exagero! Não importa, neste momento a emoção é a razão da minha expressão.

Embora as palavras sejam recursos eficientes para expressar o que sentimos e pensamos, muitas vezes não conseguem fazê-lo. Termino esse texto com os olhos marejados, a voz embargada, e o coração cheio de contentamento e gratidão a Deus por essas três décadas vivendo aqui. Sou pé-vermelho!

Essa é minha declaração de amor por Londrina!